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Descubra a história inspiradora de Priz Azeredo, mãe da Dhara e do Anderson, uma verdadeira líder que impulsiona outras mulheres a conquistarem seus sonhos.

A Jornada da Maternidade

Como foi descobrir que você estava grávida?

Queríamos engravidar, então foi já pensando nisso e desde então eu tinha certeza. E foi batata.

Você superou várias barreiras. Pode compartilhar conosco um desses momentos e como isso moldou sua jornada como mãe e mulher?

Bom, amadureci rápido, isso me fez dar muito valor a vida e as pessoas, e as minhas dificuldades me fizeram sentir vontade de não deixar outras mulheres passar por tudo que passei.
Então assim que consegui estudar, eu me dediquei em aprender tudo sobre o ser humano e como ter melhorarias constantes, porque eu tive que me melhorar, mas sem ajuda.
Hoje minha profissão é melhorar o desenvolvimento das mulheres para ter melhor aproveitamento da vida. Então ser mãe e ter tantas dificuldades, me fez ser a mulher que já ajudou mais de cinco mil pacientes com câncer e milhares de mulheres por todo o mundo, através do meu trabalho profissional e voluntário.

Hoje acompanhamos muitas mamães na internet e também no nosso cotidiano e escutamos muito sobre a romantização da maternidade, aproveitando esse assunto, teve algo que você se culpou ou se sentiu mal por conta da “romantização”?

A nossa forma de ver a maternidade mudou muito desde que tive meus filhos. Nós tínhamos os filhos, cuidávamos deles, da casa, do trabalho, do estudo… Eu não pensava em nada, só de que eu tinha que fazer o meu melhor.
Então não podia reclamar, só dava conta de tudo e pronto, com alegria mesmo muitas vezes cansada.

Como você conseguiu criar seu próprio destino e se tornar a pessoa forte e inspiradora que é hoje?

Bom, não tive outra escolha a não ser me tornar uma mulher forte, tinha duas crianças dependentes de mim.
E descobri o caminho de dar certo na vida e isso se tornou meu legado, fazer outras mulheres darem certo também, mas com menos dificuldades do que eu tive.
Pois eu já sabia onde trilhar, então poderia guiar.

Agora que seus filhos já são adultos e criados, como você descreveria a relação que tem com eles?

Eu fui divorciada muito cedo, então fui bem rígida com eles para educá-los e deu certo, na adolescência deles eu mudei meu jeito de ser mãe, fui rígida para ser também parceira, após uma conversa com eles para dizer que dali em diante seríamos também amigos, não só mãe e filhos. Pois quando são crianças precisam de mãe, na adolescência precisavam também de parceira de vida e eles são os meus melhores amigos, meus parceiros de vida, meus ajudadores e meus padrinhos de casamento. Eles são os melhores filhos e amigos que uma mãe divorciada poderia ter.
Desde pequenos sempre foram bonzinhos e adultos são os melhores amigos e parceiros.
Temos uma tatuagem com a frase que usei a vida toda para descrever eles, “minhas coisas importantes”. Está marcado para sempre, não só no nosso convívio em atitudes, mas também na pele e no nosso amor.

Maternidade x Trabalho

Como a experiência da maternidade influenciou na escolha da sua carreira?

As minhas dores e dificuldades me levaram onde estou hoje.
Me apaixonei por ajudar pessoas e estudei, mais de 54 certificações que me levaram a entender mais sobre as mulheres. E hoje posso dizer que sou realizada não só como mãe, mas como profissional, ser mãe me ensinou ser uma ótima profissional.

Qual conselho você daria para outras mães que estão enfrentando desafios semelhantes aos que você enfrentou no passado?

Não desista dos seus sonhos! Eles podem estar um pouco guardados neste momento, mas você pode pesquisar e estudar sobre eles para que, assim que conseguir dar segurança básica para seus filhos, você possa colocá-los em prática e conquistar o mundo, muito mais do que eu já fiz. Não desista, continue sonhando!

Que mensagem você gostaria de deixar para as mulheres que desejam empreender?

Não olhem para o mundo, mas sim para dentro de vocês mesmas. O que as faz sorrir quando fecham os olhos e imaginam fazendo algo?

Quando sentirem que sorriram ao pensar em algo, é isso que devem se tornar obsecadas em aprender. E se essa profissão ainda não existe, não tem problema! Sejam as primeiras a criá-la!

Eu vivenciei muitas profissões e criei duas: Oncoimagem e Maquiagem Emocional. Também fui jornalista e âncora de um jornal noturno de um estado inteiro, entre outras marcas de pioneirismo que conquistei no país.

Você tem noção da quantidade de mulheres que você já influenciou? Quantas vidas você já mudou?

A maioria das mulheres me abordam emocionadas, dizendo que eu não tenho ideia do impacto que causo na vida delas. Mas eu tenho, sim!

Vim ao mundo para movimentar a vida de cada uma delas. Já impactei mais de dez mil vidas, apenas contando com pacientes (cinco mil) e alunos (quase dez mil) que tivemos acesso nas plataformas. Fora isso, há ainda o impacto da internet e das muitas palestras que ministrei, o que eleva esse número para bem mais de dez mil. E o melhor é que muitas alunas levam adiante esse legado, multiplicando ainda mais o impacto positivo que geramos.

Apesar dos desafios, você se tornou uma referência em seu mercado de trabalho. Como você conquistou esse sucesso?

Veio através da dedicação, ou melhor, obsessão de entender de pessoas, para ajudar.
A minha vontade de ver um mundo melhor já foi chacota em reuniões de empresas, quando eu dizia que ia mudar o mundo.
Mas eu estava decidida e hoje eu posso dizer que mudei o mundo por onde passei e passo.
Eu sempre olhei pra mim e não em volta. Isso foi um grande segredo para eu fazer dar certo, não me importar com o que as minhas condições momentâneas falavam, ou para as pessoas falando que era para eu parar e aceitar o fracasso.
Eu só olhava para os meus sonhos de ser alguém e construir possibilidades para mais pessoas. E isso deu muito certo, com a benção Deus, é lindo.

Poderia nos contar sobre seu projeto social para pacientes oncológicos? O que a motivou a iniciar esse projeto e como ele impacta a vida das pessoas?

Ele é sobre ajudar pessoas a se enxergarem e não desistirem dos sonhos da vida. Há mais de dez anos, com o apoio de Deus e de minhas voluntárias, atendemos mais de cinco mil pacientes sem nenhum patrocínio. Toda semana, no hospital do Rio de Janeiro, que pertence ao SUS e tem mais de 80 anos de oncologia, estamos lá ajudando pacientes que lutam contra o câncer. Levamos reintegração de imagem para pacientes com câncer e lutamos contra a baixa imunidade durante o tratamento.

Autoestima

Como a lingerie/pijama te ajuda a se sentir mais confortável durante a maternidade?

Eu era muito pobre, então quando conseguia dinheiro para comprar algo, era apenas roupa para o trabalho. Meias e roupas de baixo não podiam ser compradas. Quando comecei a ganhar dinheiro, comprei meias primeiro, depois roupas de baixo. E me sentia rica! Porque sempre quis ter, mas não tinha condições. Hoje, tenho várias gavetas com todos os tipos e cores.

Uma mulher bem vestida, desde a roupa íntima, é uma mulher que se sente poderosa, limpa e única. O poder de ser, desde o íntimo, a força, a sensualidade de quem ela é todos os dias. Chegar em casa, tirar a roupa e se olhar no espelho, vendo que tudo combina, é a sensação de que venci. Esta é a visão que tive sobre a minha experiência com lingerie.

Qual a importância de se sentir bonita e cuidar da autoestima durante a maternidade?

Usar lingerie durante a maternidade te ajuda a lembrar que, além de mãe, você é mulher e que tem sua individualidade e necessidades como pessoa e como companheira.

Eu já atendi muitos casais e muitos maridos reclamam da desistência de suas parceiras em continuar sendo suas parceiras após se tornarem mães. É importante que a mulher se veja como parceira ativa, mesmo durante a gestação, para manter o casamento vivo e um lar de amor, paz e cumplicidade.

Como você lidou com as mudanças no seu corpo após a maternidade?

Engordei 26 kg na primeira gestação (risos), mas como era bem magra, fiquei bonita. Eu queria ter ficado com o corpo que tive durante a gravidez, porque me achava linda grávida, não tive problemas com a mudança de peso.

Mas se alguma mamãe estiver passando por conflito existencial durante a gestação, lembre-se: É só uma fase! Daqui a pouco passa e você pode recuperar tudo, e até mesmo ficar ainda melhor!
Então, curta a gravidez ao máximo! Não perca tempo com preocupações estéticas.
Use pijamas para se sentir confortável e bonita em casa. Eu amo pijamas e tenho vários! Se arrume dentro de casa, não só para sair.
Se ame o tempo todo! Se vista bem e cuide de você.

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